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Brand Management & Produção

Avery viveu o fracasso de uma marca

(SPOILER)

‘Making a Murderer’ o novo documentário da Netflix, traz trajetória de Steven Avery, que passou 18 anos na prisão, por um crime que não cometeu.

 
Por Felipe Lima | Agência LMA

Diariamente ouvimos falar na importância de construção uma marca forte. Pessoas representam marcas pessoais, com seus valores, ideais, preceitos e comportamentos.

Os valores tangíveis, são aqueles que pessoas de fora enxergam, podem ser sentidos e apalpados. É fácil criar um julgamento, quando não há um trabalho de experiência de marca: ‘Não sei quem aquele cara é, mas só pela aparência, boa pessoa não deve ser’.

Os valores intangíveis de uma marca trazem os aspectos emocionais e abstratos. O desafio das marcas, é conseguir provar estes valores diariamente. Como exemplo temos a experiência de marca do Starbucks, que conseguiu agregar um novo significado ao simples ato de tomar um café.

Por isso, trouxemos à tona esta pensata, baseada no documentário ‘Making a Murderer’, que retrata o caso de Avery, que se iníciou em 1985 no Condado de Manitowoc, no Estado americano de Wisconsin. Nessa época ele tinha 20 anos de idade, segundo moradores e representantes da lei, ele representava um jovem de “má-conduta”, que andava com “más companhias”.

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No primeiro episódio da série, Avery é liberado após 18 anos de cárcere, graças a um exame de DNA que o isentou de culpa em um caso de estupro. Apesar da euforia por ter sido inocentado, o poder de sua marca pessoal, e a sua reputação continuavam a mesma de antes.

As pessoas da cidade, não conseguiam acreditar no fato dele não ser inocente e ter pago por um crime que não cometeu.

Após pedir à Justiça uma indenização de US$ 36 milhões (R$ 144 milhões) e denunciar policiais de seu condado, ele foi detido novamente, desta vez acusado de matar uma fotógrafa.

Após 18 anos encarcerado injustamente, ele foi preso novamente e sentenciado à prisão perpétua.

Assim ele foi novamente e sentenciado, e apesar de todas as provas e teorias que os advogados de defesa conseguiram desmascarar, a decisão do Juri popular foi unânime com condenação à prisão perpétua.

Se podemos tirar uma conclusão desta história, é que de alguma forma, Avery pode ter sido vítima do sistema prisional dos Estados Unidos. Se ele é mesmo inocente, é um caso em que as pessoas não conseguiram identificar o seu valor intangível.

Seu exemplo nos mostra claramente a fragilidade de uma marca, que pode, com um único erro ou por má-reputação, ser destruída facilmente. O fracasso na construção da marca pessoal de Steven Avery o fez pagar com sua liberdade pelo resto da vida.

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